quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Negócio da Quinta do Baião - Arguidos do processo de Góis são hoje ouvidos no TIC
O Tribunal de Instrução de Coimbra (TIC) começa hoje a ouvir os arguidos no processo da Quinta do Baião, em Góis. São cerca de dez os acusados num negócio que continua a fazer “correr muita tinta” em Góis e que foi motivo de polémica durante a última campanha eleitoral.
Como o DC noticiou oportunamente, de um modo genérico, os autarcas em funções em 99 são acusados de terem aprovado a venda do terreno por 250 mil euros, um valor inferior em 75 mil euros ao de uma avaliação então efectuada. E nem o facto de o terem feito com base na posição de se tratar de um projecto relevante para o município e para seu desenvolvimento impediu a sua acusação. O terreno iria ser vendido à ADIBER que tinha para ali projectado um projecto de agro-turismo. Com base na deliberação camarária, a direcção da ADIBER candidatou o projecto aos fundos comunitários (Leader II) recebendo 234 mil euros provenientes de Bruxelas. Todavia, alegadamente por questões jurídicas o terreno não foi sequer escriturado no prazo de execução do projecto previsto pelo programa comunitário (só o seria em 2007). Por isso, a direcção então presidida por José Cabeças (à época presidente da Câmara e hoje novamente presidente da ADIBER) e que também integrava a recém-empossada presidente da Câmara de Góis, Lurdes Castanheira, entre outros elementos, está acusada pela prática do crime de fraude na obtenção de subsídio. O gestor do Leader II, que permitiu a conclusão do processo sem que o terreno tivesse sido escriturado, é acusado da prática do mesmo crime.
A maioria dos arguidos requereu a abertura de instrução para tentar evitar a ida a julgamento pelo que nas duas próximas semanas, quase diariamente, entre arguidos e testemunhas serão várias dezenas as pessoas a ouvir pelo TIC. Depois segue-se o debate instrutório e a decisão sobre quem vai efectivamente a julgamento só deverá ser conhecida no início do próximo ano.
Entretanto, em plena campanha, a autarquia accionou a cláusula de reversão do terreno por não terem começado as obras no terreno e não se sabe, ainda, qual será a posição do novo Executivo (tendo em conta que a presidente da autarquia era secretária da Direcção da ADIBER) sobre este polémico dossier.
in Diário de Coimbra, de 2/11/2009
Como o DC noticiou oportunamente, de um modo genérico, os autarcas em funções em 99 são acusados de terem aprovado a venda do terreno por 250 mil euros, um valor inferior em 75 mil euros ao de uma avaliação então efectuada. E nem o facto de o terem feito com base na posição de se tratar de um projecto relevante para o município e para seu desenvolvimento impediu a sua acusação. O terreno iria ser vendido à ADIBER que tinha para ali projectado um projecto de agro-turismo. Com base na deliberação camarária, a direcção da ADIBER candidatou o projecto aos fundos comunitários (Leader II) recebendo 234 mil euros provenientes de Bruxelas. Todavia, alegadamente por questões jurídicas o terreno não foi sequer escriturado no prazo de execução do projecto previsto pelo programa comunitário (só o seria em 2007). Por isso, a direcção então presidida por José Cabeças (à época presidente da Câmara e hoje novamente presidente da ADIBER) e que também integrava a recém-empossada presidente da Câmara de Góis, Lurdes Castanheira, entre outros elementos, está acusada pela prática do crime de fraude na obtenção de subsídio. O gestor do Leader II, que permitiu a conclusão do processo sem que o terreno tivesse sido escriturado, é acusado da prática do mesmo crime.
A maioria dos arguidos requereu a abertura de instrução para tentar evitar a ida a julgamento pelo que nas duas próximas semanas, quase diariamente, entre arguidos e testemunhas serão várias dezenas as pessoas a ouvir pelo TIC. Depois segue-se o debate instrutório e a decisão sobre quem vai efectivamente a julgamento só deverá ser conhecida no início do próximo ano.
Entretanto, em plena campanha, a autarquia accionou a cláusula de reversão do terreno por não terem começado as obras no terreno e não se sabe, ainda, qual será a posição do novo Executivo (tendo em conta que a presidente da autarquia era secretária da Direcção da ADIBER) sobre este polémico dossier.
in Diário de Coimbra, de 2/11/2009
Etiquetas: góis
sábado, 31 de outubro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Danças de Salão vão reiniciar no Centro Cívico de Góis
Vão reiniciar as Danças de Salão no Centro Cívico e Cultural de Góis, no Largo do Pombal, em Góis.
Esta actividade destina-se a todas pessoas interessadas em ocupar os seus tempos livres de uma maneira dinâmica e divertida, contemplando todas as faixas etárias de ambos os géneros, sendo dinamizada pelo monitor João Silva.
Informam-se todos os interessados que o reinicio desta actividade tem data prevista para o dia 14 de Novembro, pelas 21h, devendo para o efeito dirigir-se ao Centro Cívico e Cultural de Góis das 9H às 12h30 e das 14h às 17h30, ou através do telefone n.º 235778065 ou via email: progride.gois@gmail.com., para efectuar a sua inscrição.
in www.rcarganil.com
Esta actividade destina-se a todas pessoas interessadas em ocupar os seus tempos livres de uma maneira dinâmica e divertida, contemplando todas as faixas etárias de ambos os géneros, sendo dinamizada pelo monitor João Silva.
Informam-se todos os interessados que o reinicio desta actividade tem data prevista para o dia 14 de Novembro, pelas 21h, devendo para o efeito dirigir-se ao Centro Cívico e Cultural de Góis das 9H às 12h30 e das 14h às 17h30, ou através do telefone n.º 235778065 ou via email: progride.gois@gmail.com., para efectuar a sua inscrição.
in www.rcarganil.com
Etiquetas: góis
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Efeméride
29 de Outubro de 1920
É inaugurado em Góis o posto da Guarda Nacional Republicana, constituído por um cabo e seis soldados. Fica instalado ao fundo da Rua da Ponte.
in http://cultura.portaldomovimento.com
É inaugurado em Góis o posto da Guarda Nacional Republicana, constituído por um cabo e seis soldados. Fica instalado ao fundo da Rua da Ponte.
in http://cultura.portaldomovimento.com
Etiquetas: fotografia, góis
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Tomada de posse - Lurdes Castanheira promete afirmar Góis
A Biblioteca de Góis foi ontem pequena para receber todos aqueles que quiseram assistir à cerimónia de instalação dos novos órgãos autárquicos, com especial destaque para a nova presidente da Câmara Municipal, Maria de Lurdes Castanheira, que concorreu listas do Partido Socialista.
No seu discurso de posse, a autarca recordou e elogiou os seus antecessores no cargo, desde Augusto Nogueira Pereira a Girão Vitorino, passando por José Cabeças, «em cujos mandatos o concelho deu um extraordinário salto qualitativo», e ocasião em que «beneficiei dos frutuosos ensinamentos com que me valorizei em termos pessoais e profissionais», referiu.
Falando do futuro, Maria de Lurdes Castanheira disse que «a partir do dia de hoje, estamos ao serviço de todos os goienses, sem excepção», explicando que «o futuro faz-se com o contributo de todos os que mostrarem disponibilidade e interesse pelo bem comum».
Lembrando que o programa eleitoral apresentado a sufrágio «será a base da nossa acção na Câmara Municipal de Góis», reflectindo «anseios e preocupações» dos goienses, a autarca elencou algumas das linhas que pretende seguir para, como referiu, «dar mais um passo em direcção ao futuro, no sentido de perspectivarmos um concelho virado para o século XXI».
Questões sociais
são prioritárias
Lurdes Castanheira coloca à cabeça a questão social, tendo como objectivo aumentar a qualidade de vida e bem-estar dos cidadãos. «Não temos complexos em assumir que as pessoas são e serão sempre a nossa principal preocupação e prioridade», afirmou perante uma audiência que ultrapassou claramente a capacidade da sala da biblioteca onde decorreu a cerimónia.
A autarca disse que «pugnaremos pela implementação de verdadeiras políticas integradoras, que respondam com celeridade e eficiência às novas dinâmicas sociais», explicando que pretende trabalhar em parceria com a Rede Social e as IPSS do concelho.
«O nosso compromisso é que estamos disponíveis para apoiar a instalação de mais e, sobretudo, de melhores equipamentos sociais», disse ainda, explicando que «desde que se justifiquem num quadro de indicadores sociais, culturais e geográficos».
Maria de Lurdes Castanheira prometeu ainda uma consolidação da acção em termos do apoio que é concedido ao Agrupamento de Escolas, garantindo ainda mais condições para que os jovens «possam colocar ao serviço do concelho e dos seus concidadãos todas as suas capacidades.
Por outro lado, o executivo pretende criar condições para motivar a fixação de pessoas no território, e, «a partir daqui possam desenvolver o seu projecto de vida, com qualidade e, fundamentalmente, com ambição».
Tendo sempre em linha de conta as pessoas, Lurdes Castanheira preconiza a criação de equipamentos de uso colectivo, mas também criar condições para «desenvolver o espírito empreendedor, inovação e criatividade».
Nesta matéria, o turismo surge como «uma janela de oportunidade», considerando a autarca que a Câmara Municipal «deve assumir a sua dimensão estratégica de estimular o investimento através da criação de infra-estruturas de interesse colectivo».
É neste sentido que surge o projecto de um Plano Municipal de Qualificação, instrumento para «ajudar a criar cidadãos activos, preparados para competir e, por essa via, alcançar e desenvolver novas oportunidades».
Em nome de uma melhor coesão territorial, Lurdes Castanheira considera urgente a revisão do Plano Director Municipal, «tornando-o mais eficiente nas respostas que é necessário encontrar para as novas necessidade e problemáticas das sociedades actuais».
A nova autarca abordou ainda a resolução definitiva dos problemas de saneamento, abastecimento de água com qualidade, melhoria dos serviços de recolha de lixo e implementação de recolha selectiva de resíduos.
Prometendo cooperação e colaboração com todos os membros dos diferentes órgãos, para Góis alcançar «os índices de desenvolvimento que os outros municípios alcançaram e aos quais também temos direito», Lurdes Castanheira terminou referindo que «o que os goienses esperam de todos nós é trabalho, muito trabalho».
in Diário de Coimbra, de 27/10/2009
No seu discurso de posse, a autarca recordou e elogiou os seus antecessores no cargo, desde Augusto Nogueira Pereira a Girão Vitorino, passando por José Cabeças, «em cujos mandatos o concelho deu um extraordinário salto qualitativo», e ocasião em que «beneficiei dos frutuosos ensinamentos com que me valorizei em termos pessoais e profissionais», referiu.
Falando do futuro, Maria de Lurdes Castanheira disse que «a partir do dia de hoje, estamos ao serviço de todos os goienses, sem excepção», explicando que «o futuro faz-se com o contributo de todos os que mostrarem disponibilidade e interesse pelo bem comum».
Lembrando que o programa eleitoral apresentado a sufrágio «será a base da nossa acção na Câmara Municipal de Góis», reflectindo «anseios e preocupações» dos goienses, a autarca elencou algumas das linhas que pretende seguir para, como referiu, «dar mais um passo em direcção ao futuro, no sentido de perspectivarmos um concelho virado para o século XXI».
Questões sociais
são prioritárias
Lurdes Castanheira coloca à cabeça a questão social, tendo como objectivo aumentar a qualidade de vida e bem-estar dos cidadãos. «Não temos complexos em assumir que as pessoas são e serão sempre a nossa principal preocupação e prioridade», afirmou perante uma audiência que ultrapassou claramente a capacidade da sala da biblioteca onde decorreu a cerimónia.
A autarca disse que «pugnaremos pela implementação de verdadeiras políticas integradoras, que respondam com celeridade e eficiência às novas dinâmicas sociais», explicando que pretende trabalhar em parceria com a Rede Social e as IPSS do concelho.
«O nosso compromisso é que estamos disponíveis para apoiar a instalação de mais e, sobretudo, de melhores equipamentos sociais», disse ainda, explicando que «desde que se justifiquem num quadro de indicadores sociais, culturais e geográficos».
Maria de Lurdes Castanheira prometeu ainda uma consolidação da acção em termos do apoio que é concedido ao Agrupamento de Escolas, garantindo ainda mais condições para que os jovens «possam colocar ao serviço do concelho e dos seus concidadãos todas as suas capacidades.
Por outro lado, o executivo pretende criar condições para motivar a fixação de pessoas no território, e, «a partir daqui possam desenvolver o seu projecto de vida, com qualidade e, fundamentalmente, com ambição».
Tendo sempre em linha de conta as pessoas, Lurdes Castanheira preconiza a criação de equipamentos de uso colectivo, mas também criar condições para «desenvolver o espírito empreendedor, inovação e criatividade».
Nesta matéria, o turismo surge como «uma janela de oportunidade», considerando a autarca que a Câmara Municipal «deve assumir a sua dimensão estratégica de estimular o investimento através da criação de infra-estruturas de interesse colectivo».
É neste sentido que surge o projecto de um Plano Municipal de Qualificação, instrumento para «ajudar a criar cidadãos activos, preparados para competir e, por essa via, alcançar e desenvolver novas oportunidades».
Em nome de uma melhor coesão territorial, Lurdes Castanheira considera urgente a revisão do Plano Director Municipal, «tornando-o mais eficiente nas respostas que é necessário encontrar para as novas necessidade e problemáticas das sociedades actuais».
A nova autarca abordou ainda a resolução definitiva dos problemas de saneamento, abastecimento de água com qualidade, melhoria dos serviços de recolha de lixo e implementação de recolha selectiva de resíduos.
Prometendo cooperação e colaboração com todos os membros dos diferentes órgãos, para Góis alcançar «os índices de desenvolvimento que os outros municípios alcançaram e aos quais também temos direito», Lurdes Castanheira terminou referindo que «o que os goienses esperam de todos nós é trabalho, muito trabalho».
in Diário de Coimbra, de 27/10/2009
Etiquetas: câmara municipal, góis
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Góis por Jorge Santos



Jorge Santos é natural de Coimbra, onde nasceu em 1957. Cedo sentiu uma aptidão para o desenho e a pintura. Como desenhador de artes gráficas ilustrou diversos livros didácticos para a editora Almedina, em Coimbra e encheu muitos livros de curso com caricaturas de estudantes. Depois de estudar desenho artístico, frequentou a Escola Universitária de Artes de Coimbra em pintura. É sócio do MAC (Movimento Artístico de Coimbra) participando em diversas exposições individuais e colectivas em galerias e outros locais um pouco por todo o país. Reside em Avelar, concelho de Ansião, onde no seu atelier, com uma oficina de artes, orienta cursos de desenho e pintura. Foi distinguido com alguns prémios e colabora com a imprensa local no desenho de cartoons.
Vila de Góis vai acolher Feira dos Santos do Mel e da Castanha
A vila de Góis acolhe mais uma vez, no dia 1 de Novembro, a Feira dos Santos do Mel e da Castanha, iniciativa que se inicia pelas 7 horas prolongando-se até às 18 horas, no Parque de Lazer do Baião.
Este certame visa promover os produtos locais e regionais, com destaque para o Mel com DOP [Denominação de Origem Protegida] - Mel da Serra da Lousã e os frutos secos, sendo que a organização irá promover durante este dia o concurso de Doces/Bolos [confeccionados à base de mel e ou frutos secos], bem como o II Concurso de “Mel da Serra da Lousã”.
A Feira contará com a animação dos Ranchos Folclóricos “As Sachadeiras da Várzea” e “Rancho Folclórico Serra do Ceira”, o “Grupo de Concertinas de Góis” e a realização do VII Torneio da Malha Inter-Colectividades, culminando com o Tradicional Magusto.
in www.rcarganil.com
Este certame visa promover os produtos locais e regionais, com destaque para o Mel com DOP [Denominação de Origem Protegida] - Mel da Serra da Lousã e os frutos secos, sendo que a organização irá promover durante este dia o concurso de Doces/Bolos [confeccionados à base de mel e ou frutos secos], bem como o II Concurso de “Mel da Serra da Lousã”.
A Feira contará com a animação dos Ranchos Folclóricos “As Sachadeiras da Várzea” e “Rancho Folclórico Serra do Ceira”, o “Grupo de Concertinas de Góis” e a realização do VII Torneio da Malha Inter-Colectividades, culminando com o Tradicional Magusto.
in www.rcarganil.com
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Feira dos Santos 2009 - Regulamento do Concurso de Doces/Bolos com mel e castanha
1. O Concurso de Mel é organizado pela Câmara Municipal de Góis e pela LOUSÃMEL (Cooperativa Agrícola dos Apicultores da Lousã e Concelhos Limítrofes) e está integrado na Feira dos santos Góis – 2009.
2. O concurso está aberto a todos os interessados.
3. Serão admitidos a concurso todo o tipo de doces que incluam mel, castanha e/ou nozes.
4. A(s) inscrição(ões) do(s) Doce(s) deve(rão) ser efectuada(s) até ao dia 31 de Outubro de 2009 por correio, ou entregues pessoalmente na:
CÂMARA MUNICIPAL DE GÓIS – Largo do Pombal, 3330 310 Góis
5. A entrega do(s) Doce(s) deve(rão) ser efectuada(s) no ao dia 1 de Novembro de 2009, a partir das 9.00h, na:
TENDA DOS APICULTORES – Feira dos Santos, no Parque do Baião.
6. Cada concorrente poderá entregar até 3 Doces sendo obrigatoriamente acondionados em embalagens descartáveis e devidamente identificadas.
7. O(s) Doces deverão ser acompanhados das respectivas receitas.
8. Os júris de Admissão e Classificação serão nomeados pela organização do Concurso e serão constituídos por um Presidente e Vogais e em número ímpar.
9. Compete ao Júri de Admissão,
9.1. Verificar se foram cumpridas as condições exigidas nos números 3, 6 e 7.
9.2. Codificar a origem de cada Doce, de forma a garantir o anonimato do produtor ao Júri de Classificação.
9.3. Disponibilizar à Organização, depois de realizada a Classificação, a Identificação dos concorrentes para atribuição dos prémios.
10. Serão admitidos a concurso Doces que serão classificados segundo os seguintes parâmetros, a saber:
- › Sabor
- › Textura
- › Originalidade
- › Aspecto
11. Compete ao Júri de Classificação classificar individualmente cada parâmetro, utilizando uma escala de 0 (zero) a 5 (cinco), resultando daí a ordem de classificação.
12. Será vencedor o mel que obtiver maior pontuação global. Em caso de empate, proceder-se-á a uma segunda classificação entre os Doces empatados.
13. As decisões do júri não serão passíveis de recurso.
14. Os Doces serão pertença da organização.
15. Os Prémios a atribuir no concurso serão:
- › 1º Prémio – a designar
- › 2º Prémio - a designar
- › 3º Prémio - a designar
16. Os Prémios serão entregues no dia 1 de Novembro de 2009 durante a Feira dos Santos.
17. Os casos omissos neste regulamento, serão resolvidos pela Organização, única entidade competente para o efeito.
18. A participação neste concurso implica a aceitação integral do presente regulamento.
in www.cm-gois.pt
2. O concurso está aberto a todos os interessados.
3. Serão admitidos a concurso todo o tipo de doces que incluam mel, castanha e/ou nozes.
4. A(s) inscrição(ões) do(s) Doce(s) deve(rão) ser efectuada(s) até ao dia 31 de Outubro de 2009 por correio, ou entregues pessoalmente na:
CÂMARA MUNICIPAL DE GÓIS – Largo do Pombal, 3330 310 Góis
5. A entrega do(s) Doce(s) deve(rão) ser efectuada(s) no ao dia 1 de Novembro de 2009, a partir das 9.00h, na:
TENDA DOS APICULTORES – Feira dos Santos, no Parque do Baião.
6. Cada concorrente poderá entregar até 3 Doces sendo obrigatoriamente acondionados em embalagens descartáveis e devidamente identificadas.
7. O(s) Doces deverão ser acompanhados das respectivas receitas.
8. Os júris de Admissão e Classificação serão nomeados pela organização do Concurso e serão constituídos por um Presidente e Vogais e em número ímpar.
9. Compete ao Júri de Admissão,
9.1. Verificar se foram cumpridas as condições exigidas nos números 3, 6 e 7.
9.2. Codificar a origem de cada Doce, de forma a garantir o anonimato do produtor ao Júri de Classificação.
9.3. Disponibilizar à Organização, depois de realizada a Classificação, a Identificação dos concorrentes para atribuição dos prémios.
10. Serão admitidos a concurso Doces que serão classificados segundo os seguintes parâmetros, a saber:
- › Sabor
- › Textura
- › Originalidade
- › Aspecto
11. Compete ao Júri de Classificação classificar individualmente cada parâmetro, utilizando uma escala de 0 (zero) a 5 (cinco), resultando daí a ordem de classificação.
12. Será vencedor o mel que obtiver maior pontuação global. Em caso de empate, proceder-se-á a uma segunda classificação entre os Doces empatados.
13. As decisões do júri não serão passíveis de recurso.
14. Os Doces serão pertença da organização.
15. Os Prémios a atribuir no concurso serão:
- › 1º Prémio – a designar
- › 2º Prémio - a designar
- › 3º Prémio - a designar
16. Os Prémios serão entregues no dia 1 de Novembro de 2009 durante a Feira dos Santos.
17. Os casos omissos neste regulamento, serão resolvidos pela Organização, única entidade competente para o efeito.
18. A participação neste concurso implica a aceitação integral do presente regulamento.
in www.cm-gois.pt
Etiquetas: câmara municipal, góis










